quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Convite

“Uma peça de artesanato é uma janela aberta no tempo. Através dela as mãos hábeis do artesão viajam em busca da memória e da alma de um povo”.
(Carlos Afonso, artesão, Arcos de Valdevez)


Preservar e eternizar a memória do nosso povo que tanto amamos, sempre foi uma das vontades que avassalam os vários projectos que vão sendo implementados.
Neste contexto, aliar a preservação da memória, à possibilidade de se criar dinâmicas que permitam trazer à nossa terra um ganho económico e cultural acrescido deverá ser uma das obrigações quem de uma forma ou de outra lidera os projectos.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Inverno

A alegria do inverno.





Quem seria...as vacas?
Quando as fragas choram...
O poço da bomba em pleno inverno.





Fotos e titulos gentilmente cedidos por António Gouvinhas, obrigado primo.


terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Porta de entrada

Vila Cova e Mascoselo deslumbram-nos com o ser das suas gentes, com o encanto do seu povo mas inegavelmente com o fascínio das suas paisagens.
É este fascino que urge preservar, é este encantamento que impele manter, é este magnetismo que se exige aumentar.
A entrada em Mascoselo pelo alto do Velão, é sem dúvida um desses maravilhosos encantamentos, por isso, nada mais natural, para quem olha para a nossa terra com este olhar, e penso todos nós olhamos, deve e tem que se preocupar com aquela entrada.

O que agora é assim...
Merece ser assim...





quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

O edifício


O espaço é sem dúvida uma condicionante de toda e qualquer actividade que se queira desenvolver em Vila Cova. Sempre que se pensa numa qualquer iniciativa, uma formação, uma reunião, uma conferência, seja o que for, logo se depara com um obstáculo, onde?

É pois uma lacuna que urge resolver, e que uma vez mais a Assembleia de Compartes de Vila Cova e Mascoselo se propões colmatar. Para tanto adquiriu já um edifício no centro de Vila Cova que se propõem transformar na sede da Assembleia colocando-o simultaneamente ao dispor da população um espaço polivalente.

Não se pretende uma sede, um edifício, ambicionas-te o edifício a sede. Deverá ser uma marca, capaz de por si só trazer pessoas a Vila Cova. Atrevo-me a dizer, arrastar pessoas até Vila Cova.

É dentro deste espírito que se pede as criticas, critiquem sugiram tendo em conta esta premissa, não se quer mais uma construção, quer-se o edifício.

  • Piso superior com a ruína, tal como se encontra actualmente, envolta numa parede feita em material transparente, ou translúcido (ainda não seleccionado).
  • O inferior manterá a fachada actual, resumindo-se a alteração à transformação da porta do lado esquerdo numa janela, onde será instalado um placar informativo, primando-se, no restante, tão só pela sua limpeza e arranjo.
  • No interior o rés-do-chão terá duas salas divididas com acesso interior ao 1º andar, onde ficará um espaço amplo preparado para ser dividido em três salas independentes quando necessário.


(Para uma melhor visibilidade clik nas imagens para as ampliar).